domingo, 30 de novembro de 2008

Bora...bora..oh...oh...


Bora...bora...oh..oh..
Oh Cridê!... fala pra mãe
Que a televisão me deixou burro demais
Eu pensei que a coisa era toda uma bela brincadeira
E tentei me enveredar por caminhos desta natureza
Mas, não foi nada daquilo que eu pensei
Fui de fracasso em fracasso,encabulei
Oh Cridê ..fala pra mãe.

Eu bem que tentei, sou um menino dedicado
Vou ter que pagar o pato agora até pelo que não fiz
Sem dizer que agora terei minha última chance
Num canal que é da elite onde operário não tem vez
É porque sou hypado e só mereço o máximo
Oh Cridê fala pra mãe.

A idosas não quero mais agora só penso nas jovens
E pra eles vou me apresentar e prometo caprichar
Com certeza conquista-las e anular a rejeição
Que de fato nunca houve foi boato da oposição
Continuo querido e meus atos aprovados
Toleram até o fato de impropérios falar
Acham que como falo as palavras ganham charme
E ainda mais agora que os trava-linguas treinei
Aprendi concordância e frases sei montar sem errar
Foi tanto que estudei e me preparei que vou arrebentar
O sucesso vou alcançar e akele passado feio vou de uma vez deletar.
Tenho um público seleto com poder aquisitivo e que tudo pode comprar
Volto a ser propagandista e na certa vou vender de iates à havaianas
Oh, Cridê... fala pra mãe......

Bora bora é a hora ..é agora.. é tudo ou nada...podes crer
Ela que se prepare que pra casa vou voltar
com mais tutu no bolso, que é pra mor de poder gastar
E aquela Brasilia amarela no Natal ela vai ganhar

Por:Nó&Bengala

sábado, 29 de novembro de 2008

Mudança

sonhei um sonho sonhado
muitas vezes até acordado
que a chuva era abundante
e os açudes de tanto em tanto
a todo o povo atendia
e com a água em abundância
plantando tudo crescia
era um colorido lindo
tinha cor pra todo gosto
e comida pra todo o povo
era só erguer o braço
e do pé recolher
pra "mordes" aki comer
não tinha mais menino magro
até já nasciam parrudinhos
e a tal da mortalidade
nem mais dela se ouvia
os nascidos aki ficavam
ninguém mais se despedia
as cartas se tornaram raras
e no correio até se dormia
e claro que com a fartura
veio a tal da bonança
sobrava penicilina
vacinas e outras drogas
que a vida prolongava
e bem estar trazia
êita sonho mais que bom
me sentia no paraíso
dos políticos nem te falo
eram só os dedicados
e da população cuidavam
queriam ver todos sorrindo
importaram um tal dotô
que era um milagreiro
dos dentes das crianças cuidava
e sei lá o que usava
que nunca mais caiam
e dos adultos então
cada um com o seu sorriso
guardavam a noite no copo
mas ostentavam de dia
enfim era uma beleza
foi então que despertei
com um galo que não existia
tomei o café que não tinha
comi o pão que imaginei
peguei uma trouxa maltrapilha
fui ao encontro da esperança
em cima de um caminhão
eu e nem sei qtos mais
gente feia e sofrida
empuleirada como dava
viajamos com esperança
essa que nos faz viver
de que em outras terras
têm akilo pra nós viver

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Ré dá quem quer...



Ré no quibe não dou não
há quem dê e até goste
como nada tenho a ver
respeito tal opção
cada um dá que é seu!
Qto à nossa utilidade
nada tenho a declarar
nunca foi nossa intenção
ditar normas ou conduzir
os destinos dá nação .
Aki se brinca e só
azar seu que leva a sério.
Qto a enquete não aprendemos
somos lentas e limitadas
mas não se preocupe não
não vá azedar o seu quibe
ou criar rugas no carão
devagar vamos aprender
quem sabe em 2020
a gente até já consiga
o enunciado formar!
Não se finja de cega não
dá trabalho e indigestão
fechar os olhos pras merdas
que pessoas como vc falam!
Ai como cansa a beleza
é claro a que não tenho
pois sou do time de canhões!
Qto a sua presença aki
vamos um trato elaborar
vc finge que não existimos
e poupa seu fígado amargo
dessa ira despejada
que não nos fere ou atinge
mas pobre do seu esófago
que ficou contaminado
com tanta merda que expeliu
e ainda vai ser difícil de limpar!
Qtas as outras indagações
desculpe mas sou sem noção
e nem sequer tomei atenção
e só pra concluir
ao estilo dos ceguetas
fica lá no seu quadrado
de a ré como quiser
e claro com quem quiser
e se não fui clara o suficiente
vai aki bem explicado
vai cuidar lá do seu ku!
que aqui eu cuido do meu!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Separação


Ser novo ou ser velho
Não tem como distinguir
Na hora da verdade
Dói da mesma forma
Para o experiente ou novato
Amargar um fim de caso
É sempre muito estressado
Mesmo que não se ame mais
Nunca se está preparado
Para terminar uma relação
É sempre muito doido
Faz você se sentir um menino
A procura de um abrigo
Ou sei lá aquele amigo
E chorares por um final
Porque mesmo não querendo
É uma relação que esta se rompendo
E seus laços ainda estão entranhados
Seus sentimentos enraizados
Como numa mata nativa
Cheio de galhos e raízes
Quando estão sendo podados
Sempre fica um pouco de sua seiva
E também fica um buraco,
Feito a falta de um pedaço
Que um dia já foi seu!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Navio pirata


sou papagaio de pirata
berro e grito palavrões
mas também falo verdades
goste você ou não
saiba que o feio não existe
só há o belo na natureza
se vc só notou canhões
com tanta beleza a bordo
é que sua alma esta amarga
até mesmo os canhões são belos
e têm lá sua magia
mas os seus olhos mesquinhos
não conseguem enxergar
como é belo um navio pirata
o feio vem lá de dentro
e é vc que o projeta
que com a sua estupidez
não consegue ver o belo
que existe em cada ser
não é o belo como vc entende
porque o seu está contaminado
o belo independe de vc
e se isso vc não entende
sinto muito ...vai se floder !







Joguinho de bolinhas