segunda-feira, 30 de junho de 2008

a era dos peitos



Como disse a Bengala
A era das bunda é agora
Eu acho que são das duas
Dos peitos e bundas em toneladas
São peitos fartos e redondos
Outros feito ovos estalados
Sempre tem algum torto
Ou mesmo desmantelado
Tem os bem disfarçados
E outros bem recheados
Ninguém nunca vai saber
Na verdade o que se esconde
Por detrás de um soutien
Ou de uma bela prótese
Mas não desanime amiga
se o seu é murcho e caído
é só arrumar um tutu
e procurar um Pitangui!
e depois se esbaldar por ai
empinando seu peitão...

Assinado:Bengala e Nó


domingo, 29 de junho de 2008

a era das bundas



Se as moçoilas antigas
eram bem recatadas
e as sua bundas cobriam.
As de hoje nem pensar
bunda é pra se mostrar.
E há bunda de todos os tipos.
Desde as mais avantajadas,
bundas que abundam,
até as mais desprovidas.
Algumas já são caídas.
Outras pra lá de arrebitadas.
Há também as bem durinhas
e algumas bem molinhas.
Há bundas para todos os gostos
embora algumas pareçam desgostos.
Nessa era de idolatria a bunda
pobre mesmo das desbundadas
que só tem uma solução
andar de bunda arriada!
Parceria: Nó e Bengala.

sábado, 28 de junho de 2008

Viva a insanidade


Viva a insanidade
Abaixo a normalidade
que faz do cara
um cara chato
chato pra dedéu.
Sempre sabe
o que é certo.
Não viaja na ilusão
tudo tem que ser
o que realmente são.
Não conversa com Bengala
e nada de amar um Nó.
Só vive no mundo real
Não sabe o que é ser livre
e crer no impossível.
Conversar com o invisível
perambular pelo imaginário
e rir do que não existe.
Mas sorrir para os amigos
Ser anormal com firmeza
e se tem alguma presteza
não importa com certeza
não precisa nem rimar
porque não é para ser normal.
Nem sentido tem que ter
e ninguém tem que entender
para que seja natural
o hino ao anormal!

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Eu acredito!



Eu acredito......
Que nada sei....
Não sei a razão da tristeza e da alegria
Não sei a razão de amar e sofrer
Não sei a razão de nascer e morrer
Porque temos que evoluir
Para que aprender tanto se nada restará à fazer
Se os rios e florestas estão para desaparecer
E nossa água não da mais para beber
Se nossa comida é tão sem vitaminas
É ninguém se preocupa com os nossos bebês
Que terra deixaremos a eles
Somente um monte de areia sem vida nem água
A Amazônia não é a solução para os nossos problemas
Ela não é o pulmão do mundo, como todos acreditam
Poderá ser a razão de muitas guerras
Assim como em outros países que brigam por um rio
Sem água ou comida ninguém sobrevive
Nem Reis nem Rainhas, nem as Nações Unidas
Pensam que somos um país de terceiro mundo
Isto é o que querem que acreditemos
Mas na verdade já tem muito gringo
Comprando terras no Brasil inteiro
Guardando o seu quinhão de água e alimento
Já prevendo um futuro em seu país
Não de primeiro mundo
Mas sim um país de muita fome e sede
Onde o dinheiro não valerá como sempre...

quinta-feira, 26 de junho de 2008

IMPOSTOS.



Seu governo, por favor
me explica pra que esse horror
de tanto imposto a pagar.
Pago ..pago e sem desacato
Explica pro pobre cego
o que de fato eu pago?
Pago imposto pra saúde
pra educação , saneamento...
Enfim pago um montão.
E só sei do dinheiro gasto
mas não consigo usufruir.
E nem vejo o meu irmão
dele também se beneficiar.
Deve ser porque sou cego
e não entendo de orçamento
muito menos de propinas
e tão pouco de pagamentos..




Joguinho de bolinhas