terça-feira, 4 de dezembro de 2007

O astronauta

Olhos no horizonte
Perdidos numa névoa
Me fazem relembrar
Um astronauta lá na lua

Agora você
Que já não me conhece
Posso só te afirmar
Que um dia me fizeste

Você me levava
Sempre a passear
Na praia no campo
Em todo lugar

Agora sou eu
Que te levo nos braços
Sempre a caminhar
Passos curtos e rasteiros
Mais confiante e certeiros

Como esquecer o tempo
Este corre já não anda
E cada dia que passa
Aumenta a sua distância

Distância da vida
Distância da gente
Será pelo menos
Que és mais contente

Espero que sejas
Feliz no seu mundo
Aqui nós da terra
Cuidamos de tudo

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Cinto Verde




(Todos os crédito deste funk vão para o Bengala de Cego que o escreveu)

Se um dia você encontrar
Um cinto verde jogado.
Saiba que o pobre coitado.
Foi famoso e amado.
E no bbb glorificado!
Hoje sofre calado.
Por culpa e rejeição.
Pois a ele foi legado.
O motivo e a razão.
Do namoro terminado.
Da Siri com o Alemão!

Até o carnaval chegar



Quanta baboseira
Quanta imaginação
Esse povo é meio leso
Ou não tem imaginação

Onde já se viu
Tamanha confusão
Por um simples lugar
No meio da agremiação

Ser rainha ou princesa
Ou ser só figuração
Quanta gente não queria
Estar no escola do coração

Só para dançar na avenida
E mostrar seu corpão
E daí o que a gente faria
Se não tem mais nada não

Para mim tudo é um conjunto
Cabeça, corpo e atitude
Não gosto de ver corpos
Dançando sem atitude

Então vamos pra avenida
Ver gente cantar e dançar
Que esta alegria é passageira
Só faz o povo sonhar

Num mundo de faz de conta
Feito o nosso paralelo
Você faz de conta que é feliz
E eu faço de conta que me divirto

Joguinho de bolinhas